Numerologia à parte e passando à história, Luís Sottomayor e a sua equipa de enologia do Douro encontraram inspiração num conjunto de parcelas entre os 450m e 650m de altitude, parcelas essas plantadas com as castas protagonistas deste novo vinho e que reuniam um enorme potencial para curtimenta. Este é um processo de maceração pelicular comum em tintos e que consiste no contacto com as películas e grainhas. Quando utilizado em brancos, dá origem a vinhos mais encorpados, extraídos e com volume.
Cada barrica acolheu a vinificação de uma casta da respetiva origem – o Viosinho da Quinta do Cavernelho, Baixo-Corgo, o Arinto da Quinta do Sairrão, Cima-Corgo, e o Alvarinho da Quinta do Castanheiro, Douro Superior. As colheitas que compõem o lote são de 2017, 2018 e 2019 e estagiaram entre 9 e 33 meses em barricas (500L) de carvalho francês usadas.
